era amor, sabias? amor era a única coisa que eu conseguia sentir por ti.
era amor todas as vezes que te batia, todas as vezes que me empurravas, todas as vezes que fugia de ti e tu vinhas (ou não) atrás; era amor todas as vezes que me agarrava a ti no meio da rua e dizia que te amava, todas as vezes que pedia para ir para as tuas cavalitas, todas as vezes que te despenteava; era amor todas as vezes que me sentava em cima de ti, todas as vezes que te deitavas por cima de mim e dei por mim a sentir unicamente amor por ti quando tinhas as mãos à volta do meu pescoço.
mas pergunto, tanto amor... para quê? se depois parece que voa com o tempo e não se sabe para onde vai, mas o que é certo é que foi amor, e amor como esse jamais será.